Vereador critica descaso da prefeitura com a educação devido à falta de aulas em Riacho de Santana; ouça

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vereador de Riacho de Santana, Jackson Bomfim (Foto: Divulgação)

Em áudio postado nas Redes Sociais, nesta quarta-feira (13), o vereador de Riacho de Santana, Jackson Bomfim, voltou a criticar a gestão municipal, desta vez, por conta dos problemas constatados na área da educação, pois segundo o parlamentar, os alunos do município ainda estão sem aulas e os universitários sem apoio do transporte para irem à Faculdade, em Bom Jesus da Lapa, Caetité e Guanambi.

Em depoimento, o edil cita, que fez um levantamento em várias cidades da região e, em quase todas, as aulas iniciaram desde o mês de fevereiro, inclusive em Licínio de Almeida o início ocorreu em 4 de fevereiro. Ele ressalta que, em decorrência desse atraso injustificável será impossível os estudantes de Riacho de Santana terem os 200 dias letivos, a não ser que tenham aulas aos sábados e domingos e não tenham férias no meio do ano, “ainda assim será difícil cumprir a carga horária”. Segundo Jackson, pessoas dos Povoados de Santa Rita, Vesperina e Campinas ligaram queixando da falta de aulas e cobrando providências. “É lamentável esta situação, inadmissível, então esperamos que o Poder Público Municipal nos der uma resposta plausível para que os nossos alunos possam saber que dia as aulas vão começar, não temos mais tempo, os nossos alunos não podem ficar mais a mercê de certos procedimentos que a prefeitura não tomou no momento adequado”, afirmou o parlamentar, que avaliou a situação como ‘vergonhosa’. “Cadê o prefeito professor, que tanto disse que ia zelar pela educação e deixa a nossa educação desta maneira“, complementou. OUÇA:

O OUTRO LADO

Na manhã desta quinta-feira (14), a reportagem do Portal Vilson Nunes, manteve contato com o prefeito Alan Vieira. Através de mensagem via aplicativo WhatsApp, o gestor esclareceu que o atraso no início do ano letivo, é com o objetivo de cumprir integralmente as orientações do MPF, na nova modalidade de licitação, que será realizada por linha. “Fizemos o georeferenciamento, levantamento de custos de 77 linhas, o que demorou um pouco, mas tudo para seguirmos integralmente as orientações do MPF. Para as escolas da sede estamos utilizando a frota própria, mas em função da logística das escolas da zona rural, temos que aguardar a conclusão do processo licitatório“, disse o chefe do executivo.

Apesar da situação, Alan garantiu que não haverá nenhum prejuízo aos alunos, porque o novo calendário elaborado pela Secretaria de Educação assegura o direito aos 200 dias letivos, conforme Estabelece a Lei de Diretrizes Básicas (LDB). “Riacho tem o melhor transporte escolar da região e vai continuar a ter e principalmente cumprindo a Lei na sua contratação e seguindo as orientações dos órgãos de controle“, afirmou ele.

Fonte: Portal Vilson Nunes

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