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Influenciadora com 200 mil seguidores é alvo de operação policial após suspeita de tentativa de extorsão na Bahia; ela nega acusação

Foto: Reprodução

A influenciadora digital Theila Sabrina está sendo investigada por suspeita de extorsão, ameaça e discriminação com base na orientação sexual. Na última sexta-feira (4), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na residência dela, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. Um celular e um tablet foram apreendidos.

Com cerca de 200 mil seguidores em uma rede social, Theila já foi dançarina de bandas famosas, assistente de palco de um programa de TV e ocupou o posto de rainha do Carnaval de Salvador por três anos. Em suas redes, ela também exibe registros de viagens internacionais de luxo, como às Ilhas Maldivas e à Disneyland Paris.

As investigações começaram após relatos de vítimas que alegam ter sido extorquidas pela influenciadora, que teria exigido dinheiro sob a ameaça de divulgar vídeos íntimos. Uma das pessoas afirmou que chegou a fazer pagamentos para evitar a exposição, mas os valores não foram informados.

De acordo com a Polícia Civil, além da extorsão, as vítimas relataram ter recebido ofensas homofóbicas, ameaças e mensagens direcionadas a familiares, com a promessa de divulgação dos vídeos nas redes sociais. A prática, quando motivada por orientação sexual, é conhecida como “sextorsão”.

A polícia não detalhou quantas pessoas foram vítimas nem as circunstâncias de gravação dos conteúdos.

O que diz a defesa

Por meio de nota, a defesa de Theila Sabrina informou que ela está à disposição das autoridades e colabora com a investigação. “Reafirmamos que qualquer alegação será devidamente enfrentada no foro adequado, com respeito aos princípios constitucionais do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência”, diz um trecho do comunicado.

A nota também critica julgamentos precipitados nas redes sociais: “A verdade será demonstrada na Justiça, e não no tribunal da internet. Julgamentos baseados em informações distorcidas ou fora de contexto apenas contribuem para a desinformação e para a violação de direitos fundamentais”.

Feito por Portal Vilson Nunes com informações do G1/BA

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