
A comercialização de carnes clandestinas ainda continua sendo um grande desafio para as autoridades sanitárias na região sudoeste, já que, pela falta de um maior número de fiscais, os que praticam o delito têm mais facilidades para agir. Mas, mesmo assim, a ADAB vem se esforçando ao máximo para realizar o seu trabalho e, sistematicamente, ações muito importantes vêm sendo realizadas em Guanambi e na região.
A última delas aconteceu na manhã desta quinta-feira (07), no município de Guanambi, onde foram apreendidas carnes suínas de origem duvidosa, ou seja, que estavam sob o “escudo” da clandestinidade.
De acordo com informações do órgão repassadas ao site Radar Guanambi, a carne saiu da fazenda cubículo e era transportada no bagageiro de um veículo Siena, local inapropriado para o transporte de carnes, pois não há nenhuma refrigeração.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar. O proprietário foi conduzido para delegacia de polícia onde será autuado pela autoridade policial e responderá pelo crime de abate clandestino e o produto apreendido será incinerado.
Em contato com o site Radar Guanambi, a direção do órgão foi dura ao dizer que “chega de clandestinidade, chega de bandido camuflado de açougueiro. Não podemos mais permitir que doenças como a brucelose, tuberculose, raiva, hepatites e tantas outras, que podem ser contraídas pela ingestão de carnes clandestinas cheguem à nossa mesa”. E subindo o tom alertou que “todo o cuidado é pouco, por isso vamos ser duros, doa a quem doer. Lei é para cumprir e não para servir de sustentáculo à corrupção”.
A ação foi designada pelo Dr. Maurício Barcelar, diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia.
Fonte: Radar Guanambi